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Seja bem-vindo ao sleepy hollow, blog criado no dia
17 de junho 2013 seu arsenal de Horror e Creepypasta,
testando os limites do seu medo psicológico os lugares
mais obscuros da sua mente...

Os Moradores da
Escuridão Vagam
pela noite.

sábado, 14 de dezembro de 2013

Tetragrammaton - O Impronunciável Nome de Deus

Atlântida, também conhecida com o nome de Quarta Raça Mãe, era, segundo dizem os Livros Sagrados, governada por Reis. Estes Reis eram em número de Sete. , o Paraíso Perdido, Paraíso Terreal, a Terra Santa, a Terra Ideal, onde não há chuvas, não cai neve, granizo, onde não se morre... e onde havia a Eterna Primavera, quando desfrutava seu apogeu, quando vivia em perfeito equilíbrio, quando as Castas viviam em equilíbrio e se compreendiam.Consoante a “Ciência das Idades”, era dividida em 7 Cantões e mais um “Oitavo”, representado, simultaneamente, o Eterno... ou o Supremo Arquiteto do Universo (o Deus Supremo). Os habitantes eram distribuídos pelos Dwipas (Continentes, Cantões) de acordo com o grau evolucional.Possuía uma forma de Governo “TETRÁRQUICO”, Não se pode deixar esquecida a Cruz Gamada, que teve a sua origem na Atlântida, posto que ELA representa o quaternário em movimento, embora o nazismo tivesse promovido uma confusão no seu sentido real e nobre. Os que ignoram a História tradicional, confundem a Suástica com a Sovástica. Esta é o aspecto negativo daquela. Uma é o inverso da outra. A Sovástica é o aspecto negativo da Suástica, mas ambas formam a polaridade da Vida.A sua tradição mística está, hoje, testemunhada nas expressões: TETRAGRAMATOM (Grego); Iod, Hévau, Hé (Hebreu); Adi Buda Vaham Buda (Budismo); a Tetraktis (Pitagórica).Pois bem, o grande Pitágoras – apesar de não ser atlante de nascimento – fez alusão Àquele Continente arquetipal de nosso Mundo e homenageou Àquele Quaternário com sua prodigiosa TETRAKTIS.


O Símbolo através da História

A humanidade sempre teve ao seu redor um mundo de forças e energias ocultas que muitas vezes não conseguia compreender nem identificar. Assim sendo, buscou ao longo dos tempos, proteção a esses perigos ou riscos que faziam parte de seu medo ao desconhecido, surgindo aos poucos muitos objetos, imagens e amuletos, criando-se símbolos nas tradições de cada povo.

O pentagrama está entre os principais e mais conhecidos símbolos, pois possui diversas representações e significados, evoluindo ao longo da história. Passou de um símbolo cristão para a atual referência onipresente entre os neopagãos com vasta profundidade mágica.


Origens e difusões

Num dos mais antigos significados do pentagrama, os Hebreus designavam como a Verdade, para os cinco livros do Pentateuco (os cinco livros do Velho Testamento, atribuídos a Moisés). Na Grécia Antiga, era conhecido como Pentalpha, geometricamente composto de cinco As.

O pentagrama também é encontrado na cultura chinesa representando o ciclo da destruição, que é a base filosófica de sua medicina tradicional. Neste caso, cada extremidade do pentagrama simboliza um elemento específico: Terra, Água, Fogo, Madeira e Metal. Cada elemento é gerado por outro, (a Madeira é gerada pela Terra), o que dará origem a um ciclo de geração ou criação. Para que exista equilíbrio é necessário um elemento inibidor, que neste caso é o oposto (a Água inibe o Fogo).

A geometria do pentagrama e suas associações metafísicas foram exploradas por Pitágoras e posteriormente por seus seguidores, que o consideravam um emblema de perfeição. A geometria do pentagrama ficou conhecida como A Proporção Divina, que ao longo da arte pós-helênica, pôde ser observada nos projetos de alguns templos. Era um símbolo divino para os druidas. Para os celtas, representava a deusa Morrighan (deusa ligada ao Amor e a Guerra). Para os egípcios, era o útero da Terra, mantendo uma relação simbólica com as pirâmides.

Os primeiros cristãos tinham o pentagrama como um símbolo das cinco chagas de Cristo. Desse modo, visto como uma representação do misticismo religioso e do trabalho do Criador. Também era usado como símbolo da comemoração anual da visita dos três Reis Magos ao menino Jesus. Ainda, em tempos medievais era usado como amuleto de proteção contra demônios.

Os Templários, uma ordem de monges formada durante as Cruzadas, ganharam grande riqueza e proeminência através das doações de todos aqueles que se juntavam à ordem; além de grandes tesouros trazidos da Terra Santa. Na localização do centro da Ordem dos Templários, ao redor de Rennes du Chatres, na França, é notável observar um pentagrama natural, quase perfeito, formado pelas montanhas que medem vários quilômetros ao redor do centro. Ainda é possível perceber, a profunda influência do símbolo, em algumas Igrejas Templárias em Portugal, que possuem vitrais na forma de Pentagramas. No entanto, Os Templários foram dizimados pela mesquinhez da Igreja e pelo fanatismo religioso de Luis IX, em 1303. Iniciou-se assim a Idade das Trevas, onde se queimavam, torturavam e excomungavam qualquer um que se opusesse a Igreja. Durante esse longo tempo de Inquisição, a igreja mergulhou no próprio diabolismo ao qual se opunha. Nessa época o pentagrama simbolizou a cabeça de um bode ou do diabo, na forma de Baphomet, o mesmo que a Igreja acusou os Templários de adorar. Assim sendo, o pentagrama passou de um símbolo de segurança à representação do mal, sendo chamado de Pé da Bruxa. Assim, a perseguição da Igreja fez as religiões antigas se ocultarem na clandestinidade.

Ao fim da era das Trevas, as sociedades secretas começam novamente a realizar seus estudos sem o medo paranóico das punições da Igreja. Ressurge o Hermetismo, e outras ciências misturando filosofia e alquimia. Floresce então, o simbolismo gráfico e geométrico, emergindo a Renascença numa era de luz e desenvolvimento. O pentagrama agora, significa o Microcosmo, símbolo do Homem de Pitágoras representado através de braços e pernas abertas, parecendo estar disposto em cinco partes em forma de cruz (O Homem Individual). A mesma representação simboliza também o Macrocosmo, o Homem Universal, um símbolo de ordem e perfeição, a Verdade Divina. Agrippa (Henry Cornelius Von de Agrippa Nettesheim), mostra proporcionalmente a mesma figura, colocando em sua volta os cinco planetas e a Lua no ponto central (genitália) da figura humana. Outras ilustrações do mesmo período foram feitas por Leonardo da Vinci, mostrando as relações geométricas do Homem com o Universo.

Posteriormente, o pentagrama também foi associado aos quatro elementos essenciais (terra, água, ar e fogo) mais o quinto, que simboliza o espírito (A Quinta Essência dos alquimistas e agnósticos)

Na Maçonaria, o Laço Infinito (como também era conhecido o pentagrama, por ser traçado com uma mesma linha) era o emblema da virtude e do dever. O homem microcósmico era associado ao Pentalpha (a estrela de cinco pontas), sendo o símbolo entrelaçado ao trono do mestre da Loja.

Com Eliphas Levi (Alphonse Louis Constant), o pentagrama pela primeira vez, através de uma ilustração, foi associado ao conceito do bem e do mal. Ele ilustra o pentagrama microcósmico ao lado de um pentagrama invertido (formando a cabeça do bode, Baphomet).

O pentagrama voltou a ser usado em rituais pagãos à partir de 1940 com Gerald Gardner. Sendo utilizado nos rituais simbolizando os três aspectos da deusa e os dois do deus, surgindo assim a nova religião Wicca. Desse modo, o pentagrama retoma sua força como poderoso talismã, ajudado pelo aumento do interesse popular pela bruxaria e Wicca, que à partir de 1960, torna-se cada vez mais disseminada e conhecida. Essa ascensão da Wicca, gera uma reação da Igreja da época, chegando ao extremo quando Anton LaVey adota o pentagrama invertido (em alusão a Baphomet de Levi), como emblema da sua Igreja de Satanás, e faz com que a Igreja Católica considere que o pentagrama (invertido ou não) seja sinônimo de símbolo do Diabo, difundindo esse conceito para os cristãos. Assim naquela época, os Wiccanos para se protegerem dos grupos religiosos radicais, chegaram a se opor ao uso do pentagrama.

Até hoje o pentagrama é um símbolo que indica ocultismo, proteção e perfeição. Independente do que tenha sido associado em seu passado, ele se configura como um dos principais e mais utilizados símbolos mágicos da cultura Universal.

Apesar de ter sido difundida pelo cristianismo como símbolo do sofrimento de Cristo à crucificação, a figura da cruz constitui um ícone de caráter universal e de significados diversificados, amparados por suas inúmeras variações.

É possível detectar a presença da cruz, seja de forma religiosa, mística ou esotérica, na história de povos distintos (e distantes) como os egípcios, celtas, persas, romanos, fenícios e índios americanos.

Seu modelo básico traz sempre a intersecção de dois eixos opostos, um vertical e outro horizontal, que representam lados diferentes como o Sol e a Lua, o masculino e o feminino e a vida e a morte, por exemplo.

É a união dessas forças antagônicas que exprime um dos principais significado da cruz, que é o do choque de universos diferentes e seu crescimento a partir de então, traduzindo-a como um símbolo de expansão.

De acordo com o estudioso Juan Eduardo Cirlot, ao situar-se no centro místico do cosmos, a cruz assume o papel de ponte através da qual a alma pode chegar a Deus. Dessa maneira, ela liga o mundo celestial ao terreno através da experiência da crucificação, onde as vivencias opostas encontram um ponto de intersecção e atingem a iluminação.

Cruz simples: Em sua forma básica a cruz é o símbolo perfeito da união dos opostos, mantendo seus quatro "braços" com proporções iguais. Alguns estudiosos denominam esta como Cruz Grega.

Cruz de Santo André: Símbolo da humildade e do sofrimento, recebe esse nome por causa de Santo André, que implorou a seus algozes para não ser crucificado como seu Senhor por considerar-se indigno. Acredita-se que o santo foi martirizado em uma cruz com essa forma.

Cruz de Santo Antonio (Tau): Recebeu esse nome por reproduzir a letra grega Tau. É considerada por muitos, como a cruz da profecia e do Antigo Testamento. Dentre suas muitas representações estão o martelo de duas cabeças, como sinal daquele que faz cumprir a lei divina, encontrado na cultura egípcia, e a representação da haste utilizada por Moisés para levantar a serpente no deserto.

Cruz Cristã: Definitivamente o mais conhecido símbolo cristão, que também recebe o nome de Cruz Latina. Os romanos a utilizavam para executar criminosos. Por conta disso, ela nos remete ao sacrifício que Jesus Cristo ofereceu pelos pecados das pessoas. Além da crucificação, ela representa a ressurreição e a vida eterna.

Cruz de Anu: Utilizada tanto por assírios como caldeus para representar seu deus Anu, esse símbolo sugere a irradiação da divindade em todas as direções do espaço.

Cruz Ansata: Um dos mais importantes símbolos da cultura egípcia. A Cruz Ansata consistia em um hieróglifo representando a regeneração e a vida eterna. A idéia expressa em sua simbologia é a do círculo da vida sobre a superfície da matéria inerte. Existe também a interpretação que faz uma analogia de seu formato ao homem, onde o círculo representa sua cabeça, o eixo horizontal os braços e o vertical o resto do corpo.

Cruz Gamada (Suástica): A suástica representa a energia do cosmo em movimento, o que lhe confere dois sentidos distintos: o destrógiro, onde seus "braços" movem-se para a direita e representam o movimento evolutivo do universo, e o sinistrógiro, onde ao mover-se para a esquerda nos remete a uma dinâmica involutiva. No século passado, essa cruz adquiriu má reputação ao ser associada ao movimento político-ideológico do nazismo.

Cruz Patriarcal: Também conhecida como Cruz de Lorena e Cruz de Caravaca possui um "braço" menor que representa a inscrição colocada pelos romanos na cruz de Jesus. Foi muito utilizada por bispos e príncipes da igreja cristã antiga e por jesuítas nas missões no sul do Brasil.

Cruz de Jerusalém: Formada por um conjunto de cruzes, possui uma cruz principal ao centro, representando a lei do Antigo Testamento, e quatro menores dispostas em cantos distintos, representando o cumprimento desta lei no evangelho de Cristo. Tal cruz foi adotada pelos cruzados graças a Godofredo de Bulhão, primeiro rei cristão a pisar em Jerusalém, representando a expansão do evangelho pelos quatro cantos da terra.

Cruz da Páscoa: Chamada por alguns de Cruz Eslava, possui um "braço" superior representando a inscrição INRI, colocada durante a crucificação de Cristo, e outro inferior e inclinado, que traz um significado dúbio, dos quais se destaca a crença de que um terremoto ocorrido durante a crucificação causou sua inclinação.

Cruz do Calvário: Firmada sobre três degraus que representam a subida de Jesus ao calvário, essa cruz exalta a fé, a esperança e o amor em sua simbologia.

Cruz Rosa-Cruz: Os membros da Rosa Cruz costumam explicar seu significado interpretando-a como o corpo de um homem, que com os braços abertos saúda o Sol e com a rosa em seu peito permite que a luz ajude seu espírito a desenvolver-se e florescer. Quando colocada no centro da cruz a rosa representa um ponto de unidade.

Cruz de Malta: Emblema dos Cavaleiros de São João, que foram levados pelos turcos para a ilha de Malta. A força de seu significado vem de suas oito pontas, que expressam as forças centrípetas do espírito e a regeneração. Até hoje a Cruz de Malta é muito utilizada em condecorações militares.

O Tetragrama

Para que compreendamos o que significa o Tetragrammaton é necessário, antes de tudo, definir acrônimo. A palavra acrônimo tem origem no grego (akron = extremidade + onymo = nome) e significa o conjunto de letras, pronunciado como uma palavra, formado a partir das letras iniciais (ou de sílabas) de palavras sucessivas que constituem uma denominação. Por exemplo, a sigla NASA (National Aeronautics and Space Administration) é um acrônimo.

Dessa forma, a palavra Tetragrama tem origem no grego (tetra = quatro + gramma = letra) e significa a expressão escrita, constituída de quatro letras ou sinais gráficos, destinada a representar uma palavra, acrônimo, abreviatura, sigla ou a pauta musical de quatro linhas do canto-chão.

Acredita-se que o Tetragrama hebraico designa o nome pessoal do "Deus de Israel", como foi originalmente escrito e encontrado na Torah, o primeiro livro do Pentateuco. Este tetragrama varia como YHWH, JHVH, JHWH e YHVH. Em algumas obras, especialmente no Antigo Testamento escrito em sua maioria em hebraico com partes em aramaico, o Tetragrama surge mais de 6 mil vezes (de forma isolada ou em conjunção com outro nome divino).

O impronunciável nome de Deus

A tradição esotérica dos judeus, a cabala, considera o nome de Deus sagrado e impronunciável. Possivelmente, a origem deste conceito está no terceiro Mandamento: "Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão". (Êxodo - Capítulo XX - Versículo VII). Assim, um grupo de sábios judeus, conhecidos como Massoretas, incorporou "acentos" que funcionavam como vogais e viabilizavam a pronúncia do tetragrama, resultando na palavra Adonai (Senhor), que passou a ser utilizada para pronunciá-lo. Os nomes Jeová, Iehovah, Javé, Iavé, ou ainda Yahweh, são adaptações para a língua portuguesa da palavra Adonai, e não do tetragrama original.

Porém, há ainda uma crença entre os judeus do início do período cristão, que a própria palavra Torah seria parte do nome divino. Há outra relação interessante encontrada nos nomes originais de Adão e Eva, Yod e Chawah, respectivamente. Uma combinação entre estes dois nomes resulta numa das variações do tetragrama, YHWH, fato que sugere uma relação entre Criador e criatura. Com o decorrer do tempo, foram adotados outros termos para se referir ao Tetragrama: "O Nome", "O Bendito" ou "O Céu".

O místico cristão, Jacob Boehme, utilizando-se de uma cabala gráfica (conhecida como Árvore da Vida), encontrou os 72 Nomes de Deus (publicado em 1652, no livro Oedipus Aegypticus). Sendo que todos são formados por apenas quatro letras, o que caracteriza mais uma vez o tetragrama. Seguindo este raciocínio, encontramos também Tupã (divindade dos índios brasileiros), Yang (em chinês, possui vários significados, entre eles, Deus do bem), Bara (o equivalente à Deus na seita islâmica Beahismo) e Xiva (divindade Hindu).

Tetragrammaton: Símbolo e Amuleto

Se considerarmos que as letras de um alfabeto nada mais são que sinais gráficos, o Tetragrama, em sua representação gráfica, conhecido como Tetragrammaton, é uma complexa combinação de letras do alfabeto hebraico, grego e latino, associados a diversos símbolos conhecidos no ocultismo. Nele encontra-se o pentagrama entrelaçado, símbolos zodiacais, algarismos e formas geométricas, entre outras representações.

No ocultismo, incluindo suas diversas ramificações, o Tetragrammaton desempenha uma função muito importante, sendo usado em rituais e invocações e na forma de talismãs. Os ocultistas interpretam o Tetragrammaton e outros símbolos cabalísticos nele contidos, como poderosos signos mágicos, capazes de potencializarem rituais abrindo as portas da consciência humana.

Acompanhe a descrição de alguns elementos do Tetragrammaton:

Pentagrama

O pentagrama assume diversos significados de acordo com o contexto em que é encontrado. Neste caso, é a base do Tetragrammaton. Assim, podemos interpretá-lo como símbolo do "Homem Realizado". Isto é, uma representação da entidade humana evoluída em todos os estágios espirituais.

Os olhos do Pai - Júpiter

No ângulo superior do Pentagrama, encontramos "Os olhos do Pai" e a representação do planeta Júpiter. Uma alusão aos olhos do Criador, o espírito, o poder que coordena tudo e todos.

Marte

Nos "braços" do Tetragrammaton encontra-se o símbolo astrológico e zodiacal do planeta Marte, representando a Força, ou a Energia pura da criação.

Saturno

Nos ângulos inferiores está a representação astrológica e zodiacal do planeta Saturno. É um dos principais símbolos usados na Magia, representando os mestres que anularam o próprio ego e as falhas inerentes ao ser humano, atingindo assim, a perfeição.

Sol e Lua

Posicionados nas linhas verticais do Pentagrama, próximos ao centro da figura, o Sol e a Lua fazem referência aos pólos femininos e masculinos da criação, contidos em todos os organismos, incluindo o Microcosmos e o Macrocosmos.

Mercúrio e Vênus

Estes símbolos são amplamente encontrados na literatura alquímica e são representações astrológicas e zodiacais destes planetas. Localizados sobrepostos no centro da figura, referem-se à união dos pólos de onde surgirá o Caduceu de Mercúrio.

Caduceu de Mercúrio

O Caduceu de Mercúrio é o símbolo alquímico da transmutação. Associado aos símbolos superiores de Mercúrio e Vênus, refere-se à criatura, ou seja, o resultado da união entre os pólos feminino e masculino, entre as forças lunares e solares, e o ponto de equilíbrio entre eles. Por estar localizado no centro da figura, também pode ser interpretado como a "coluna vertebral", ou, Kundalini, responsável pela união da energia sexual entre as polaridades.

Jehova

Esta inscrição hebraica é um tetragrama pronunciado Jehova (lê-se da direita para a esquerda), sendo mais uma das várias alusões ao "Nome de Deus".

Alfa e Omega

Alfa e Omega são, respectivamente, a primeira e última letra do alfabeto grego. Esta é uma referência ao princípio e fim de todas as coisas. Alfa está abaixo dos "Olhos do Pai". Omega encontra-se invertido, na base do Caduceu de Mercúrio. Isto pode significar o caldeirão utilizado pelos alquimistas, ou ainda, o caldeirão (útero) da Deusa, para alguns ocultistas.

Binário

Localizados fora do pentagrama, os números 1 e 2 são referências à bipolaridade; isto é, uma representação de que todas as coisas possuem dois lados. Seguindo este conceito, podemos também compreendê-los como outra manifestação dos pólos masculino e feminino, início e fim, bem e mal, entre outros.

Logos

Logos é uma palavra grega que significa razão, mas também é interpretada como "fonte de idéias" e "verbo divino". Associado ao Tetragrammaton, os números 1, 2 e 3 representam respectiva-mente o Pai, a Mãe e o Filho. Também pode ser interpretado como a Tríade do Cristianismo (Pai, Filho e Espírito Santo) ou como o triângulo, amplamente encontrado nas tradições esotéricas.

Cálice

O cálice significa o pólo feminino da criação. Na alquimia é utilizado para representar o elemento Água.

Espada Flamejante

A "espada de fogo", dentro do contexto alquímico, representa o próprio elemento fogo. Porém, associado ao Tetragrammaton, assume o papel do pólo masculino e do pênis, símbolo de fertilidade entre as antigas tradições.

Báculo

Báculo é o bastão comumente usado por Magos. Está dividido em sete escalas representando os estágios de evolução. Na alquimia está relacionado ao elemento Terra.

Hexágono do Mago

O hexágono do Mago representa o domínio do espírito sobre a matéria. Na alquimia está relacionado ao elemento Ar.

Não é possível definir apenas uma relação entre os vários símbolos que compõem o Tetragrammaton e tampouco uma finalidade específica desse conjunto. Seus sinais transitam entre correntes tão distantes que a interpretação, em certos casos, chega a ser paradoxal.

Se observarmos estas combinações simbólicas através do ângulo alquímico, teremos um determinado resultado. Porém, se analisado através dos conceitos astrológicos, por exemplo, a conclusão poderá ser totalmente distinta. Assim, a atenção e perspicácia do observador tornam-se fundamentais para decifrar o Tetragrammaton, um dos mais antigos e poderosos símbolos da espiritualidade humana.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

O Triângulo de Evocação

Sobre o triângulo goético de evocação, uma distinção deve ser apresentada. Os três pontos do triângulo se referem aos Três aspectos de Hekate, sendo o ponto de encontro para os espíritos, geralmente simbolizado pelas encruzilhadas. O histórico triângulo na Magia Cerimonial é o ponto de materialização do Demônio. Uma vez que o presente trabalho explorá os caminhos de invocação destas forças, o triângulo nos serve de união entre o Demoníaco (Chtonico/Atávico) e o Angelical (Celestial/Empírico). O triângulo contem em seu centro um círculo que é o ponto de evocação no qual Salomão dizia poder prender os espíritos. Dentro do triângulo deve estar o  nome de Azazel, uma mudança significativa do tradicional MICHAEL.
O propósito disso é abençoar o círculo com o poder deificador de Azazel que é também mais comum ente reconhecido com Lúcifer.Como o Feiticeiro do Caminho da Mão Esquerda visa a comunhão e uma forma de auto-deificação antinominiana, uma associação do Self com Azazel é feita, é uma confirmação formal da dedicação ao caminho. É por esta auto-deificação que o Daimon é controlada dentro do círculo pela Vontade focada do mago, ao invés de uma força 'santa' qualquer. Esta é uma abordagem psicológica em que o feiticeiro totalmente depende da sua própria Vontade para controlar o ritual, acrescentando assim um senso real de perigo ao rito. Cuidados devem ser praticados no entanto com esta distinção, já que os Djinn deste livro são antigos e astutos.
Tradicionalmente o triângulo deve ficar a cerca de 60 cm do círculo mágico ter cerca de 90 cm de lado. O triângulo deve ser colocado no quadrante ao qual o espírito evocado pertence. A base do triângulo deve estar na direção do círculo e o ápice apontando para o seu quadrante. Sugere-se que a Lua seja observada para esta operação. Os nomes ao redor do triângulo são ANAPHEAXETON, TETRAGRAMMATON e PRIMEUMATION.







Vaso



 E em atividade paranormal  3 e 4 vc encontra esse o triângulo e em todo mundo em pânico 5 também

atp4















                                                                                                                                                                                                                                                     

segunda-feira, 22 de julho de 2013

                           Teste de Psicopatia
Esse é um famoso teste psicológico americano para reconhecer a mente de assassinos seriais(Serial Killers).
A maioria dos assassinos presos acertou a resposta.
Para um psicopata, os fins sempre justificam os meios.

Teste

Uma garota, durante o funeral de sua mãe, conheceu um rapaz que nunca tinha visto antes. Achou o cara tão maravilhoso que acreditou ser o homem da sua vida. Apaixonou-se por ele e começaram um namoro que durou uma semana. Sem mais nem menos, o rapaz sumiu e nunca mais foi visto. Dias depois, a garota matou a própria irmã.

Questão: Qual o motivo da garota ter matado sua própria irmã?

Resposta comentada do Teste:

Ela matou pois esperava assim poder rever o rapaz no funeral de sua irmã.
Se você acertou, você pensa como um psicopata.
Se você errou, você é tecnicamente uma pessoa comum/normal.

Psicopata?

Existe uma escala chamada Escala de Robert Hare que os psiquiatras usam para medir o nivel de psicopatia de uma pessoa. Para realizar o teste com você mesmo, é só da nota de 0 a 2 para cada um dos tópicos, logo depois somar e ver o resultado na legenda abaixo dos tópicos.

1. Boa lábia: O psicopata é bem articulado e ótimo marketeiro pessoal. Como um ator em cena, conquista a vítima bajulando e contando histórias mirabolantes de si.

2. Ego Inflamado: Seguro de si, cheio de opinião. Adora dominar outras pessoas e acredita na importância suprema de suas ideias.

3. Lorota Desenfreada: Mente tanto que ás vezes não se dá conta que está mentindo. Tem orgulho de sua capacidade de enganar.

4. Sede por adrenalina: Drogas, crimes, rachas, busca constante por novas sensações, novidades e etc...

5. Reação Estourada: Reage desproporcionalmente a um insulto ou ameaça. Na mesma hora que está nervoso está calmo como se nada tivesse acontecido. É tão frio que nem rancor consegue "guardar".

6. Impulsividade: Embora racional, não perde tempo pensando nos prós e contras de suas ações. Seu plano é o dia de hoje, sua hora é agora.

7. Comportamento AntiSocial: Regras sociais não fazem sentido para quem é movido somente pelo prazer.

8. Falta de Culpa: Não sente nenhum tipo de sentimento, não se sente mal pela dor do outro, pelo o que fez.

9. Sentimento Superficiais: Sentimentos e emoções só existem nas palavras.

10. Falta de Empatia: Não consegue se colocar no lugar do próximo. Para o psicopata pessoas são somente um objeto para que eles consigam chegar em seus objetivos.

11. Irresponsabilidade: Vai mal na escola, tende a ser mal funcionário, amante infiel e pai relapso.

12. Má conduta na infância: Começam a roubar cedo, usar drogas, ter relações sexuais entre 10 a 12 anos. Não poupava colegas e nem animais.
Some a nota de cada item (lembre-se para cada item nota de 0 a 2) e veja o resultado.

0 = um santo
3 = população em geral
13 = Média dos criminosos
18 = a partir daqui é psicopata
24 = "O Diabo"

sexta-feira, 19 de julho de 2013

A lenda do Slender Man                                                                      

Slender Man, ou homem esguio, é um grande fenômeno difundido nas ondas da internet. Desde a sua primeira aparição, esse ser conseguiu fazer milhares de jovens deixarem a luz acesa durante a noite, na hora de dormir.

A lenda do Slender Man, começou um tempo atrás nos fóruns americanos, em seus canais de mistério, como o Something Awful, Above Top Secret e o 4chan. Publicações falando sobre aparições de uma entidade sobrenatural, um homem magro, sem rosto, usando um terno preto, com a incrível habilidade de esticar seus membros à sua vontade e criar outros semelhantes a tentáculos, surgiram entre os tópicos discutidos sobre os já batidos assuntos. A princípio, ninguém deu muita importância, afinal, esse maldito Dhalsim era estranho demais para ser de verdade!

Com o tempo, novos fatos e detalhes começaram a ser inseridos à lista dos “investigadores amadores” que procuravam saber a verdade por trás da história. A cada história e testemunho dos usuários, Slender Man ganhava um aspecto ainda mais sombrio, com características assustadoras, como hipnotizar humanos através dos movimentos aparentemente desordenados fazendo que suas vítimas virassem uma espécie de zumbi a mercê da sua vontade.

Após uma série de relatos, um grande número de fotos começaram a ganhar os tópicos e post dos foruns e blogs que abordam esses assuntos. Muitas delas, logicamente, meras montagens, outras, no entanto, que deixam qualquer com aquele pingo de interrogação na cabeça.

Abaixo podemos conferir algumas das imagens mais divulgadas como aparições do homem esguio:





Depois de muito debater sobre o assunto parece que os internautas e entusiastas do assunto chegaram a algumas conclusões: A criatura tinha como alvo crianças e adolescentes. Utilizando seus braços estendidos, hipnotiza suas vítimas, deixando elas totalmente impotente. Ninguém sabe o que Slender Man faz com suas vítimas, elas simplesmente somem, sem deixar rastros, como se evaporassem. Outro ponto interessante é que supostamente somente as crianças podem vê-lo, quando não há adultos no local.

Apesar das tentativas, não foi possível chegar a nenhuma conclusão concreta sobre a sua origem. Acredita-se que ele mora perto de rios e florestas, pois os avistamentos sempre ocorrem em um ambiente contendo um dos dois elementos, talvez pela facilidade que ele tem de se camuflar nesses lugares.

Enfim, tudo muito improvável e sinistro. O mistério ainda continua e já tem até estudiosos sobre o tema.

Possíveis origens:

Teorizou-se que Slender Man não é dessa época. Os mais entendidos iniciaram uma busca implacável para descobrir as origens de Slender Man e para nossa surpresa, obtiveram algumas informações curiosas que levaram ao fato da sombrio criatura, ser uma entidade atemporal.

Pinturas Rupestres:

Pinturas mostrando seres semelhante ao ser humano, porém, dotados de muito tentáculos, foram demonstrada pelos usuários desses fóruns. Entre elas, uma das que mais “correram” a Internet foi essa abaixo. Na figura podemos perceber um “monstro” amedrontando os humanos. Essa representação está datada de 9.000 anos atrás – o local é duvidoso, já que em alguns fóruns aponta para uma caverna da região de Twyfelfontein, Namibia, enquanto outros dizem que fica no Parque Nacional Serra da Capivara, no nordeste do Brasil.


Hieroglifos Egípcios

Slender Man está presente também nos Hieróglifos. Esse ser o qual se acredita ser escravo do deus Anubis, representa exatamente as características do nosso Slender: Um homem magro, com tentáculos. Fato que deixa tudo muito interessante, principalmente porque o Slender Man, durante a História e as suas participações nela, deixa a entender que ele tem uma ligação com a Morte, mas não com a ação e sim, a Morte como uma entidade.


Duhb:

Duhb é a criatura da qual fala uma antiga e assustadora lenda escocesa, também conhecida de “Homem Negro”. Conta essa lenda que nas florestas escocesas, desde tempos remotos, mora uma criatura que sequestrava crianças e desaparecia com elas no meio da floresta. Camuflado pela escuridão, Duhb aguardava o momento certo para agarrar suas vítimas. O interessante são as características dessa história com a do Slender Man: ambas as criaturas são homens magros, dotados de tentáculos, que vivem nas florestas e que raptam crianças. A lenda de Duhb é datada de Idade Média.


Takkenmann:

Outra lenda muito semelhante é a história de Slender Man é o conto holandês de Takkenmann. Takkenmann ( Homem Galho) é uma criatura humanoide dotada de galhos, que servem como tentáculos, utilizados para prender suas vítimas e levá-las para o meio da floresta.


Der Ritter:

Nos primeiros baralhos de Tarô, datados do século XIV da Floresta Negra ao sul da Alemanha mostram uma assustadora criatura muito semelhante ao Slender Man, chamado de Der Ritter ( O Cavaleiro), o qual a carta representava a Morte. Em escritos dessa época, essa figura é encontrada sequestrando criança dos braços de seus pais.




Bicho Papão:

Acredite você ou não, a história do “Bicho papão” não é brasileira, ela está presente em diversas culturas e na sua origem, o bicho papão era um homem, sem rosto, que comia criança, tal como Slender Man, os quais afirmam ter uma boca gigantesca, embora ela não apareça, senão durante as refeições ou tentativas frustradas de se alimentar (pois se alguém realmente viu é sinal que ele fracassou). A história do Bicho Papão é da Europa, da Idade Média e dizem ser uma variação de um conto da Pérsia, sobre um demônio que raptava crianças para se alimentar.


Der Großmann:

Der Großmann é a versão alemã do Bicho Papão. É a versão que mais se assemelha à do Slender Man. Der Großmann significa “O Grande Homem”, nome que faz jus a aparência da criatura: um ser alto, com membros enormes, que entrava pela janela das crianças durante a noite para raptadas e devorá-las posteriormente. Também não possuía rosto, apenas uma grande boca, capaz de esticar para engolir uma criança inteira.


Os Casos:

São centenas de casos sobre o Slender Man disponíveis na Internet. Boa parte aparentemente são falsas e não usam qualquer tipo de criatividade. Abaixo poderemos conferir algumas dessas partes:

O homem alto em sua clareira, vestido como um nobre, todo em preto. Sombrasestavam sobre ele, escuro como a meia-noite nublada. Ele tinha muitos braços, todosde comprimento e sem osso como cobras, todos afiados como espadas, e eles se contorciam como vermes nasunhas.”- Mitologia Romena

Meu filho, meu Lars … ele se foi. Roubado de sua cama. A única coisa que encontramos foi um pedaço de roupa preta. Ela se parece com algodão, mas é mais suave… mais grosso. Lars entrou em meu quarto ontem, gritando no topo com seus pulmões que: “o anjo está lá fora!” Eu perguntei o que ele estava falando, e ele me contou uma história de fadas disparates sobre Der Großmann. Ele disse que viu o “monstro” indo para os bosques de nossa aldeia e encontrei uma de minhas vacas mortas, pendurada em uma árvore. Não pensei nada no primeiro momento… mas agora, ele está desaparecido. Devemos encontrar Lars, e minha família deve sair antes de sermos mortos. Lamento, meu filho… eu deveria ter te escutado. Que Deus me perdoe “ - Coluna do “O Jornal” (Die Zeitung) datado de 1702

Alice Elkins relatou que, na noite do desaparecimento de suas irmãs, elas despertara com um batimento repetido no vidro, Sergean Hohne explicou, ela ouviu sua irmã sair da cama, e ter uma conversa curta. Ela não ouviu sua irmã voltar para a cama depois de alguns minutos de ela ir para cima e para a janela, onde ela viu sua irmã no quintal de lado, abraçando o homem alto. De acordo com a testemunha, o homem olhou para ela, sorrindo e indicou que ela havia de vir para baixo também com seu comprido braço. Foi neste momento que a senhorita Elkins ficou extremamente assustada e retornando para a cama. As escutas continuaram por vários minutos.

Cidade de Stirling desaparecimentos de 1986-1987. Cidade de Stirling, no Condado de Butte, CA tem sido um ponto de acesso aparente para atividade de um homem esbelto durante os meados da década de 1980. Após o incêndio da Biblioteca da cidade de Stirling, em 1986, um pequeno número de fotografias foram recuperadas, incluindo uma que foi retirada uma semana mais cedo, em 1 de Junho de 1986. Nesta data 14 crianças desapareceram, seguida do desaparecimento do fotógrafo, Mary Thomas, duas semanas mais tarde. Alguns teóricos afirmam que a figura à esquerda da foto é o homem esbelto, embora funcionários afirmaram que a personagem sinistra da foto pode ser julgado como defeitos de filme.

Cinco meses mais tarde, o corpo de um dos filhos, quatro anos de idade, Joseph Pertman, foi encontrado no grande pântano Preserve em Kingston Falls, NJ. O Sherrif Adjunto e Jim Stolz, repórter da Associated Press foram os responsáveis por analisar o corpo, ainda na fase inicial da putrefação, indicando que ele ainda estava vivo pouco tempo antes de o encontrarem, quatro meses após seu desaparecimento. Também foi relatado que o corpo foi encontrado em um Estado de Contorcionismo bizarro, embora nunca oficialmente estabeleceu-se a causa da morte.

Em 21 de abril de 1987, o posto de cidade de Stirling publicou uma reportagem sobre centenas de ocorrências de mutilações de animais na cidade de Stirling, que o departamento de controle de Animais do Condado de Butte atribuíram à coiotes. O Oficial do controle animal, Joel Driscol relatou que as feridas foram infligidas de forma precisa nas articulações e pontos vitais.

O D.C.A. também relatou a história de um homem local, David Elkins, que era o proprietário da vítima mais recente – um gato que tinha sido estripado de forma incomum.Em 12 de julho de 1987, a polícia foi chamada para a residência Elkins em Stirling por David Elkins, que havia informado que sua filha de oito anos Katrina tinha desaparecido. A testemunha do desaparecimento foi sua irmã de dez anos, Alice, com quem ela compartilhava um quarto. SCPD Sargento William Hohne informou que a última vez que Alice viu sua irmã, ela estava fora da janela abraçando o homem alto. De acordo com as informações adicionais feitas por Alice, nas semanas anteriores um homem tinha vindo visitá-las, na janela do seu quarto, durante a noite, onde ele batia no vidro e esperava as meninas. No entanto, os investigadores de polícia descartaram a suspeita do terceiro elemento e atribuíram o ocorrido à um sonho.” Stirling City, 15 de junho de 1987


Em 10 de Janeiro de 2009, três esquiadores – Amanda Fischer, Douglas Bellanger e Natasha Pierce – desapareceram deixando sua cabine nas montanhas de Mica Resort de Jasper, em Alberta. Um dia antes, um amigo, Thomas Chambers, deixou a festa para retornar a Calgary, aparentemente devido a preocupações com a saúde. Ele foi questionado por RCMP seguindo os desaparecimentos e alegadamente informou que ele havia deixado seus amigos devido a pesadelos recorrentes com um homem alto em preto perscrutando as janelas da cabine durante a noite.

Os investigadores descartaram o jovem como possível suspeito, mas considerava-o uma testemunha chave. Uma fonte dentro RCMP, que falou sob a condição de anonimato, revelou que os oficiais tinham confiscado uma câmera digital e uma câmara de vídeo no momento da entrevista, que nunca foram devolvidas. A RCMP foi, no entanto, incapaz de perguntar sobre o material disponível na câmera, pois Thomas desapareceu em 21 de Janeiro. Sua casa foi encontrada saqueada naquela manhã. Ele nunca foi encontrado.

Royal Canadian Mounted Police e funcionários do Parque começaram a investigar e um mês após o inicio, culminaram na descoberta dos restos de Amanda Fischers no alto de uma árvore, em uma condição severamente retorcida. Os corpos de Bellanger e Pierce não foram encontrados.



                                            Princesinha do papai                                                                            









Papai me chama de sua princesa. Eu me sinto como uma também, especialmente quando estou usando uma coroa de princesa. Meu pai as faz para mim. Ele é um artista, veja você. De vez em quando, papai diz que tem um presente para mim. É uma caixa, geralmente envolto em muito papel brilhante com um arco em cima. Recebo com um grande sorriso no rosto. Eu rasgo o papel e abro a caixa e retiro o papel, barulhento, e meu sorriso fica ainda maior. É a mais nova coroa que papai fez para mim, tudo para mim, e é linda. Elas são sempre bonitas. Papai começou a fazer as coroas de princesa após minha mãe ir embora. Lembro-me de vê-la partir. Ela tinha uma mala grande e castanha. Eu ainda não sei por que ela não me disse adeus ou quando ela voltaria para casa. O papai diz que ela não vai voltar para casa, mas eu acho que ela vai, um dia. Eu me lembro quando o papai me deu o minha primeira, há dois anos. Eu tinha seis anos. Lembro-me antes de abri-lo, papai parecia assustado, como se tivesse com medo de que eu não gostar. Eu adorei, e eu usava todos os dias até que ele me deu a segunda. Eu tenho nove agora. Uma das minhas coroas favoritas tem peças de prata sobre ela. Papai me deu no ano passado. Eu adoro como ela brilha na luz do sol. Eu só vi como brilham na luz do sol que entra pela janela. Papai não vai me deixar levá-la lá fora. Ele não me deixa levar qualquer um dos meus brinquedos lá fora. Ele não quer que eles se quebrem. Quando eu estou com um amigo, papai garante todas as coroas de princesa estejam na sala de coroas. É onde ele ás mantém seguras. É onde ele as faz também. Eu nunca estive na sala de coroa, e eu tentei, mas papai sempre a mantém trancada, e eu não sei onde está a chave. Eu não estou autorizado a mostrar aos meus amigos as coroas porque o papai acha que vou quebrá-las ou um dos meus amigos vão roubá-las. É por isso que eu não posso dizer aos meus amigos sobre as coroas. Se eu realmente contar, ele nunca vai fazer outra, e ele vai jogar tudo fora. Eu não quero isso. Eu amo minhas coroas de princesa. "Hey princesa". Papai me diz com um sorriso. Ele diz: "Eu tenho um presente para você", e eu vejo a caixa atrás dele na mesa de jantar, tão brilhante com uma curva bonita em cima. Eu sorrio e corro para ele. Eu rasgo fora da curva do papel e abro a caixa. Eu retiro o papel ruidoso, papel fino e amarelo, até que eu vejo. É linda. Meu pai aponta o que ele fez com os dentes que ele arrancou do garoto da rua do lado, e como ele costurou a pele macia dele no interior da coroa, para que eu não machuque minha cabeça quando eu á colocar, ela é realmente linda, com esses dentes brilhantes. Eu á experimentei para ver o que ele queria dizer. Três dentes em cada lado, para caber confortavelmente entre os meus cabelos e manter a minha coroa da princesa nova no lugar. Eu olho no espelho. É bonita. Eu pareço uma princesa. Então eu percebo, essa coroa ainda tem sangue nela. Eu tiro a coroa fora e olho para o papai. Normalmente, ele é o único que tem permissão para limpar ela. Ele sorri e acena com a cabeça, o que significa que ele deixou o sangue só para mim. Eu escolho a carne com os dentes, eu como um pedaço da gengiva, é azedo mas, é gostoso... Então eu olho para o papai, que sorri de volta para mim. Eu amo o meu papai. Eu sou sua princesa.

Os últimos dias de Left Eye


 

No início da década de 1990, foi fundado um grupo de R&B feminino, chamado TLC. Formado por Rozonda “Chilli” Thomas, Lisa “Left Eye” Lopes e Tionne “T-Boz” Watkins, conquistaram notoriedade dentro do cenário musical da época, e seu primeiro disco entrou na lista dos "1001 álbuns que você tem que ouvir antes de morrer", e entre 1995 e 2000 ganharam treze prêmios.

Mas todos sabemos o que acontece quando a fama chega rápido demais. Mas no caso de Lisa "Left Eye" Lopes, foi algo mais... complicado. Na época, namorava um famoso jogador de futebol americano, e Lisa já tinha problemas sérios de alcoolismo, e em um momento de raiva, ateou fogo na casa do namorado.
Problemas com sua vida pessoal, problemas com a lei... Então, Lisa resolveu sair de cena e se retirar em uma floresta em Honduras. Aqui que começam as coisas estranhas.
Tudo foi registrado por câmeras, e lançado em um documentário chamado "The Last Days of Left Eye". Lisa pensou em fazer um retiro espiritual para encontrar o ponto em que se perdeu, em um prazo que ela mesma se estipulou, de trinta dias. O que era pra ser um documentário mais descontraído, mais tranquilo, se mostrou algo totalmente diferente, com um final totalmente inesperado.

Durante o período na floresta, ela conta como alcançou o sucesso, os problemas, e tentou passar por processos dolorosos. Mas pode-se notar que às vezes ela para, olha para o nada. Ao invés de largar o peso dos ombros, ela fica cada vez mais triste, mais reflexiva. Até que em certo momento ela revela: estava tendo muitos pesadelos, e que se sente observada, e que existe algum espírito, lhe perseguindo e querendo lhe fazer mal.
E durante o filme, algumas coisas parecem sinais de que algo está para acontecer, como o aparecimento de corvos e outras aves de mau agouro, e o jeito dela parece mudar, como se sentisse algo estranho. E esse "espírito" continua a atormentar Lisa em vários momentos. Após essa revelação, a cantora se sentia mais acuada, olhando para os lados, e às vezes fala sozinha.

Até que no 26º dia, ocorre um acidente: durante a ida de todos a cidade mais próxima pra comprar suprimentos, um garoto corre na frente do carro e morre atropelado. Ela assume todos os gastos da família do menino, mas acaba de vez com o estado mental e espiritual de Left Eye. Mais a noite, ela aparece em frente a câmera com os sapatos do menino e diz:
"Estes são os sapatos do garoto que atropelaram. O seu sobrenome era Lopes. Isso significa algo, não? O espírito que me persegue levou ele por engano, por causa do seu nome, igual ao meu...".

E no dia seguinte, o final assustador: no 27º dia, após todo esses desencontros, medos e encanações, durante a filmagem do dia, Lisa e alguns amigos estavam dentro do carro, e quando menos se esperava, o carro capota. Saiu da pista e tirou Lisa "Left Eye" Lopes deste mundo, no dia 25 de Abril de 2002. E o mais intrigante: apenas ela morreu, todos que estavam dentro do carro mal se machucaram.


Vocês podem encontrar o tal documentário legendado, mas lembrem-se, é extremamente pertubador e triste, mas vale a pena assistir.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

O Corvo - Edgar Allan Poe



Olá seres da noite. Achei esse texto no blog Noite Sinistra, que estava procurando já algum tempo para postar aqui. O Corvo, texto de Edgar Allan Poe, traduzido por Fernando Pessoa, que além de ser um ilustre poeta, foi muito influenciado por Poe para seguir a sua carreira. Esse conto também é muito mencionado na série de tv The Following, onde o assassino da série é um ex professor de literatura e grande fã do escritor. Espero que gostem.


O Corvo (Edgar Allan Poe)

Tradução: Fernando Pessoa


Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste,
Vagos, curiosos tomos de ciências ancestrais,
E já quase adormecia, ouvi o que parecia
O som de algúem que batia levemente a meus umbrais.
"Uma visita", eu me disse, "está batendo a meus umbrais.
É só isto, e nada mais."

Ah, que bem disso me lembro! Era no frio dezembro,
E o fogo, morrendo negro, urdia sombras desiguais.
Como eu queria a madrugada, toda a noite aos livros dada
Para esquecer (em vão!) a amada, hoje entre hostes celestiais -
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais,
Mas sem nome aqui jamais!

Como, a tremer frio e frouxo, cada reposteiro roxo
Me incutia, urdia estranhos terrores nunca antes tais!
Mas, a mim mesmo infundido força, eu ia repetindo,
"É uma visita pedindo entrada aqui em meus umbrais;
Uma visita tardia pede entrada em meus umbrais.
É só isto, e nada mais".

E, mais forte num instante, já nem tardo ou hesitante,
"Senhor", eu disse, "ou senhora, decerto me desculpais;
Mas eu ia adormecendo, quando viestes batendo,
Tão levemente batendo, batendo por meus umbrais,
Que mal ouvi..." E abri largos, franqueando-os, meus umbrais.
Noite, noite e nada mais.

A treva enorme fitando, fiquei perdido receando,
Dúbio e tais sonhos sonhando que os ninguém sonhou iguais.
Mas a noite era infinita, a paz profunda e maldita,
E a única palavra dita foi um nome cheio de ais -
Eu o disse, o nome dela, e o eco disse aos meus ais.Isso só e nada mais.

Para dentro então volvendo, toda a alma em mim ardendo,
Não tardou que ouvisse novo som batendo mais e mais.
"Por certo", disse eu, "aquela bulha é na minha janela.
Vamos ver o que está nela, e o que são estes sinais."
Meu coração se distraía pesquisando estes sinais.
"É o vento, e nada mais."

Abri então a vidraça, e eis que, com muita negaça,
Entrou grave e nobre um corvo dos bons tempos ancestrais.
Não fez nenhum cumprimento, não parou nem um momento,
Mas com ar solene e lento pousou sobre os meus umbrais,
Num alvo busto de Atena que há por sobre meus umbrais,
Foi, pousou, e nada mais.

E esta ave estranha e escura fez sorrir minha amargura
Com o solene decoro de seus ares rituais.
"Tens o aspecto tosquiado", disse eu, "mas de nobre e ousado,
Ó velho corvo emigrado lá das trevas infernais!
Dize-me qual o teu nome lá nas trevas infernais."
Disse o corvo, "Nunca mais".

Pasmei de ouvir este raro pássaro falar tão claro,
Inda que pouco sentido tivessem palavras tais.
Mas deve ser concedido que ninguém terá havido
Que uma ave tenha tido pousada nos meus umbrais,
Ave ou bicho sobre o busto que há por sobre seus umbrais,
Com o nome "Nunca mais".

Mas o corvo, sobre o busto, nada mais dissera, augusto,
Que essa frase, qual se nela a alma lhe ficasse em ais.
Nem mais voz nem movimento fez, e eu, em meu pensamento
Perdido, murmurei lento, "Amigo, sonhos - mortais
Todos - todos já se foram. Amanhã também te vais".
Disse o corvo, "Nunca mais".

A alma súbito movida por frase tão bem cabida,
"Por certo", disse eu, "são estas vozes usuais,
Aprendeu-as de algum dono, que a desgraça e o abandono
Seguiram até que o entono da alma se quebrou em ais,
E o bordão de desesperança de seu canto cheio de ais
Era este "Nunca mais".

Mas, fazendo inda a ave escura sorrir a minha amargura,
Sentei-me defronte dela, do alvo busto e meus umbrais;
E, enterrado na cadeira, pensei de muita maneira
Que queria esta ave agoureia dos maus tempos ancestrais,
Esta ave negra e agoureira dos maus tempos ancestrais,
Com aquele "Nunca mais".

Comigo isto discorrendo, mas nem sílaba dizendo
À ave que na minha alma cravava os olhos fatais,
Isto e mais ia cismando, a cabeça reclinando
No veludo onde a luz punha vagas sobras desiguais,
Naquele veludo onde ela, entre as sobras desiguais,
Reclinar-se-á nunca mais!

Fez-se então o ar mais denso, como cheio dum incenso
Que anjos dessem, cujos leves passos soam musicais.
"Maldito!", a mim disse, "deu-te Deus, por anjos concedeu-te
O esquecimento; valeu-te. Toma-o, esquece, com teus ais,
O nome da que não esqueces, e que faz esses teus ais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".

"Profeta", disse eu, "profeta - ou demônio ou ave preta!
Fosse diabo ou tempestade quem te trouxe a meus umbrais,
A este luto e este degredo, a esta noite e este segredo,
A esta casa de ância e medo, dize a esta alma a quem atrais
Se há um bálsamo longínquo para esta alma a quem atrais!
Disse o corvo, "Nunca mais".

"Profeta", disse eu, "profeta - ou demônio ou ave preta!
Pelo Deus ante quem ambos somos fracos e mortais.
Dize a esta alma entristecida se no Éden de outra vida
Verá essa hoje perdida entre hostes celestiais,
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".

"Que esse grito nos aparte, ave ou diabo!", eu disse. "Parte!
Torna á noite e à tempestade! Torna às trevas infernais!
Não deixes pena que ateste a mentira que disseste!
Minha solidão me reste! Tira-te de meus umbrais!
Tira o vulto de meu peito e a sombra de meus umbrais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".

E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
No alvo busto de Atena que há por sobre os meus umbrais.
Seu olhar tem a medonha cor de um demônio que sonha,
E a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão há mais e mais,
Libertar-se-á... nunca mais!